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| Por Administrator | |
| 12 de May de 2004 | |
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Julho - 2006 VIAGEM A TIETÊ, ITU, CERQUILHO, CARAQUATATUBA, UBATURA, TRINDADE, PARATY, ANGRA DOS REIS, UBERABA E BURITI ALEGRE Como vocês podem perceber no cabeçalho a viagem foi longa e maravilhosa. Saímos de Brasília eu, Paulo, Antônio César e Sueli, no dia 19 de julho às 06:15 hs., devidamente equipados e motorizados. Começa aí uma aventura fantástica, daquelas que só mesmo aqueles que sabem curtir uma paisagem, o vento, o sol e coisas do tipo, sabem. São coisas que fazem a gente repensar o quanto vale a pena viver. Não pensem que com esta frase já estamos em Trindade. Pudemos curtir cada metro de estrada, cada parada, cada papo cabeça. Fica aqui um registro: Antônio César e Sueli são excelentes companheiros de jornada. Bem, a primeira parada foi para tomarmos café da manhã em Cristalina, muito frio, aliás, foi o único trecho gelado que pegamos. Seguíamos, abastecíamos e pegávamos estrada. A próxima parada mais longa foi no "Zebu", fizemos a festa, muito doce, pastel, guloseimas que aqui em Brasília não tem. Sentimos falta de um carro de apoio para levarmos tanta coisa que queríamos, bem nem tudo é perfeito. Seguimos viagem, quando passamos em Ribeirão Preto, o entardecer estava lindo e me fez ficar um pouco triste por não poder ficar um pouco com minha filhota (Wanessa), queríamos chegar em Tietê antes do anoitecer. Paramos um pouquinho no Rio de Piracicaba (o César e Sueli ficaram um pouco decepcionados), é que o Rio está bastante poluído e eles tinham outra imagem por causa de uma música famosa. Chegamos em Tietê às 18:30 hs., passamos na casa do Roberto (irmão do Paulo) e seguimos para a casa de D. Maria (mãe do Paulo) onde ficamos. Jantamos pizza, eu e Sueli, porque o Antônio César e Paulo foram procurar um bar para tomar cerveja, chamada pelo César de "coscorobil". Dia 20, os dois cuecas foram trocar óleo das possantes, em Tatuí-SP, não sabemos se foi isso mesmo que foram fazer, pois saíram as 10:00 da manhã e retornaram às 17:30 hs., creiam, as 17:30 hs., o que vocês acham? Eu e Sueli que não somos otárias, fomos para o centro, praça, sorvete, almoço, passeios, comprinhas, muitas fotos na Igreja etc. À noite fomos recepcionados na casa do Roberto com um jantar fantástico, parece, no entanto, que eles esqueceram que éramos quatro pessoas, foi um verdadeiro banquete, uma delícia de costela que só o Roberto sabe fazer. A estadia foi ótima, excelentes os anfitriões. Dia 21 pela manhã saímos em direção a Cerquilhos, ficamos um tempo com o tio, primo e prima do Paulo (Ville, Villinho e July). A Sueli e o César curtiram muito porque puderam brincar com os dois boxes (cachorros) que vigiam a fábrica. Foi muito gratificante saber que estão todos bem. Fomos então, para Itu-SP. A estrada muito boa, o tempo ótimo, paisagem bela e muita vontade de ver se tudo na cidade era enorme como dizem. Quando chegamos demos de cara com um orelhão enorme, um semáforo também enorme e por aí vai, podem conferir nas fotos. Passeamos, almoçamos, fizemos compras, tiramos fotos e voltamos ao entardecer. Tínhamos que arrumar a bagagem para o dia seguinte. No sábado dia 22, fomos cedo em direção à Trindade-RJ. Pista maravilhosa, Anhanguera, Carvalho Pinto, D. Pedro, Tamoios, quem já passou sabe que são estradas inesquecíveis. Encontramos na Tamoios, um grupo de motociclistas indo para Campos do Jordão, eram aproximadamente umas 100 motos. Encontramos dois grandes amigos, o Mário e o Leal, motociclistas de Brasília, foi excelente o reencontro trocamos abraços, fotos e seguimos. Descemos a serra sem muito trânsito, parando nos lugares mais bonitos, realmente curtindo. Chegamos em Caraquatatuba ainda cedo, curtimos o mar, degustamos vários camarões (gigantes), tomamos uma cerveja e seguimos, passando por Ubatuba. Finalmente, com o entardecer lindo, chegamos a Trindade, descemos a serra do escorregão, com muita tranqüilidade chegamos a uma pousada e lá nos instalamos, daí em diante esse era o nosso esconderijo. Dia 23, domingo, passamos o dia na praia e a noite fomos ao rodeio que estava acontecendo na cidade. Vacas, touros, palhaço, arena, muita música sertaneja, barracas de comidas e bebidas com nomes estranhos, a que mais chamou a atenção foi "xoxota" para os cuecas e "pau do índio" para as mocinhas. Não gostamos dos maus tratos praticados contra os animais, isso nos deixou extremamente chateados, quase fomos embora, porém, eis que surge um rapaz vendendo bingo. A Sueli que "não" gosta nem um pouco de bingo logo ficou animada e comprou uma cartela para cada um de nós. Depois das brincadeiras na arena foi cantado o bingo, damos um doce para quem adivinhar quem levou o DVD, adivinharam? Foi ela mesma, SUELI. Ficamos super felizes, até porque todos na cidade agora sabiam quem éramos e de onde tínhamos vindo. O locutor era um verdadeiro "porre", o Antônio César logo ficou irritado e foi dormir. Eu e o Paulo ficamos para ver a fase final do rodeio, também não conseguimos de tão podre que era o "Biscoito" nome do locutor. Dias 24 e 25, praia, descanso, "coscorobil", muito, diga-se de passagem, camarão, peixes, cocada, trilhas, caxadaço, pedra que engole etc. Aconteceu uma coisa, no mínimo curiosa, eu toda feliz, andando pela trilha até o caxadaço, de repente me deparo com uma cobra enorme, fiquei paralisada e logo atrás vinham o Paulo, Antônio César e Sueli o animal peçonhento ficou assustado e foi embora. O Antônio César "homem violento" por natureza, queria pegar a cobra e dar um nó. Fiquei com muito medo de voltar pela trilha e acabamos por voltar pelo mar, em um barquinho que não diminuiu meu medo, graças a Deus foi rápido até chegar na praia. Dia 26 subimos a serra do escorregão e fomos para Angra dos Reis, não existem palavras que possam traduzir tão grande beleza, a estrada, o mar, o vento, a paisagem, tudo é lindo demais. Paramos várias vezes para apreciar e tirar umas fotos para compartilhar com todos vocês. Passamos, inclusive, pela Usina Nuclear de Angra. Chegamos à cidade de Angra dos Reis, avistamos uma Igrejinha, onde, segundo o Antônio César, existiam almas penadas, bem, eu não queria entrar. A Sueli insistiu e eu adentrei, ao invés de uma Igreja comum, era uma Igreja construída em 1725 e que se transformou num museu sacro. Era proibido fotografar, eram várias imagens feitas de madeira e ouro, lindas, tinha uma parecida com o Paulo de bigode e tudo. Foi uma farra dentro do museu. Saímos e fomos procurar um restaurante para almoçar. Depois do almoço, fomos para o cais para fazer um passeio de lancha. Fomos de lancha dar um "role" pelas ilhas, são 365 ilhas, isso mesmo 365 na região de Angra, passamos por várias delas, a do Ivo Pitanguy, do Roberto Marinho, ilha de Caras e casas belíssimas, como a da família Senna, do João Avelange e outras. O mar, o vento, tudo era maravilhoso, tomamos algumas cervejas a bordo e ao entardecer chegamos de volta a cidade. Pegamos a Zaponeza e a Xtezuda e fomos para Trindade. Descemos a serra do escorregão a noite, jantamos, tomamos todas e fomos dormir para sonhar ou não com a beleza vista. Dia 27 pela manhã resolvemos visitar Paraty, subimos a serra do escorregão de ônibus, porque queríamos tomar muito "coscorobil". Desfrutamos coisas diferentes na cidade da cultura. Andamos em cada rua, entramos em cada loja de artesanato, conversamos com pessoas, artistas da cidade e lembramos de cada um de vocês. Almoçamos ao som de músicas lindas tocadas em uma harpa, foi maravilhoso, inesquecível. Ao entardecer voltamos à Trindade, jantamos muito peixe e camarão e fomos dormir. Dia 28 pela manhã subimos a serra do escorregão com destino a Brasília, paramos em Ubatuba para tomar àquele café da manhã de frente para o mar, imaginem a cena fantástica, heim.... pegamos a estrada bela como na ida, sem stress, curtindo, afinal viemos de Trindade. Lembramos do Eduardo quando encontramos um motociclista vindo de Campos do Jordão com uma Hornet amarela, conversamos bastante e seguimos viagem até Uberaba. Em Uberaba conseguimos um hotel, tomamos banho e logo saímos para a night, achamos um barzinho e uma casa onde D. Gilda nos serviu um jantar caseiro inesquecível. A cerveja, digo "coscorobil" estava no ponto, tomamos todas, depois fomos dormir, calibrados, porém muito contentes. Dia 29 fomos em direção ao melhor bife de colchão mole do mundo, digo, a cidade de origem do Antônio César, Buriti Alegre-GO. A viagem por este trecho nos proporcionou, a mim e ao Paulo conhecer coisas interessantes, como a represa de Itumbiara, plantações de algodão, fábrica de leite piracanjuba e o que é mais importante e emocionante a casa dos avós do Antônio César, hoje abandonada, lugares onde ele brincava quando criança e aprontava suas brincadeiras violentas por natureza, segundo ele mesmo narrou. Almoçamos em Buriti Alegre, é óbvio que não era mais o melhor bife de colchão mole do mundo, as coisas mudam, porém isso não fez a comida ficar menos saborosa. Seguimos em direção a Goiânia. Passamos por Morrinhos e Piracanjuba e chegamos em Goiânia. Como estávamos perto de Brasília, resolvemos descansar um pouco e tomar uma gelada. Já repararam que o que mais se fez foi levantamento de copo? Era o esporte preferido do Paulo e Antônio César. Enfim chegamos a Brasília, fomos direto para o Moto Capital encontrar com os Águias do DF. Foi uma viagem maravilhosa e agradecemos a Deus a oportunidade dada bem como a companhia de tão nobres amigos. Até a próxima....... PIRAPÓRA/MG - 2006 Marcamos nossa saída para o dia 15/06 (feriado), às 08h00 do Mc Donald's, do Núcleo Bandeirante. Até que fomos pontuais, mas para variar, houve um pequeno atraso na saída. De moto: Eduardo com sua nova "possante", uma belíssima Hornet "zero bala" amarela, Paulo e Anísia (Honda XX), e uma surpresa que foi a presença do Maurício e a Teresa (GSX 750). De carro: Angela, eu e Celso (Adventure) e o Teo com a Jaci (Frontier). A viagem foi deliciosa, num belo dia de sol, com frio pela manhã e calor à tarde. A estrada estava repleta de motos de todas as marcas e cilindradas. As paradas nem sempre rápidas acabaram por atrasar um pouco o ritmo do "bonde". Mas, tudo bem, a gente queria mesmo era estar ali. Chegamos à Pirapora por volta das 16h00 e fomos direto para o local do evento, onde os mais espertinhos já se entregavam à uma loira gelada em cima da mesa...rs. Nesse horário muitas barracas já haviam sido montadas na beira do rio, que anunciava uma noite gostosa, fria, porém cheia de calor humano e também das máquinas que chegavam a todo instante. Ficamos por ali até o finalzinho da tarde e fomos para nossa "hospedaria". Após os ajustes na casa, tomamos banho e voltamos para o local do evento, onde, desta vez, encontraríamos o Inácio e a Giselda com a família, que haviam chegado mais cedo. A Angela só pensava Na manhã seguinte, o César e a Sueli (XT 660, vulgarmente conhecida no grupo como Falcon) e o Maranhão Neto (Triciclo) chegaram, para alegria de todos. Foi mais um dia bastante animado, onde nos deliciamos com a galinhada da Jaci, ou seja, galinhada preparada pela Jaci e muita animação. A viagem foi animada em todos os aspectos, com direito, inclusive, a Pescaria. Os nossos "heróis pescadores" foram: Maurício, Paulo, Eduardo e Teodomiro (Teo), que alugaram um barco na manhã do dia 16/06 e subiram o Rio São Francisco em mais ou menos 1 (uma) hora de barco, de onde retornaram, no final do dia, com aproximadamente 30 (trinta) peixes diversos (??). O tratamento/limpeza dos peixes ficou por conta do César, que caprichou, inclusive, no tempero. À noite, enquanto os demais Águias e afins foram para Buritizeiro, o Paulo e a Anísia, Maurício e Teresa, Teodomiro e Jaci, desfrutaram de saborosos peixinhos fritos - que quase não tinham espinhas - com aquela loira gelada. Enquanto isso, os demais Águias estavam novamente no evento, revendo amigos e finalmente partiram para Buritizeiro (pela BR), para matar a vontade da Angela de dançar aquele forrozinho. A Festa Junina de Buritizeiro deixou a desejar, mas foi bom mudar um pouquinho de ares. No dia seguinte (17/06, sábado) saímos todos para conhecer a Casa da Uva e as ruínas de uma igreja construída por volta de 1650 pelos índios. Exceto as ferroadas de maribondos, foi um passeio muito interessante e cultural, onde o Paulo Carvalho deu verdadeira aula sobre a região. De lá, retornaram para Brasília o Eduardo, o César e a Sueli e o Maranhão Neto. Os demais voltaram para Pirapora onde foi preparada deliciosa Moqueca de Peixe (Surubim) pelo Maurício e a Teresa. Após aquela "festa gastronômica" só restou tirar aquele cochilo para recuperar as energias para logo mais no encontro. A alegria de estarmos juntos prevaleceu durante todo o encontro, que foi marcado por muito companheirismo, colaboração e bom humor. Saímos de Pirapora às 6h15min., dia 18/06 (domingo) e fomos direto para a casa do Maranhão Neto e Josy assistir o Jogo do Brasil contra a Austrália. Novamente agradecemos à hospitalidade do casal e o delicioso churrasco, desta vez preparado pelo Oswaldo Torres. O arroz carreteiro ficou por conta do Osmar Torres. Prevaleceu novamente a alegria e o bom humor do grupo. Valeu, galera! Vocês são demais! Aos que não foram, fica aí o convite, pois tem muitos eventos para os próximos meses. |
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| Última Atualização ( 17 de August de 2006 ) |